domingo, 20 de fevereiro de 2011

- Os Três Patetas


Já faz um tempo que o humor virou uma coisa apelativa e que, muitas vezes, dá vergonha alheia, só de assistir. Os caras simplesmente tratam os espectadores como idiotas. O que é que há? O corno, o tarado, a puta, o retardado, o fresco? O humor, principalmente o de TV aberta, se resume a gente berrando como se não tivessem microfones e gente rindo de câmeras escondidas que idiotizam pessoas. No meu ver, não há nada de muito bom em matéria de humor na TV, mas nem sempre foi assim. Vem comigo...
...Vaudeville foi um gênero de entretenimento de variedades americano que durou de 1880 até 1930. Contava com salas de concerto, apresentações de cantores populares, circos de horror, museus baratos e literatura burlesca, daí a sua popularidade. A cada anoitecer, dançarinos, comediantes, animais treinados, mágicos, imitadores, acrobatas, uma mistura de coisas sem nenhuma relação uma com a outra fazia a alegria do pessoal. Ted Healy criou uma companhia e contratava artistas para o show, adquirindo certa fama como comediante. Em 1922, seus acrobatas o abandonaram e Moe Howard, um camarada de infância, respondeu ao anúncio para substituí-los. Mas Moe não era acrobata, então, começou trabalhando, primeiro, como fantoche (aqueles caras combinados que ficam misturados ao público, esperando serem chamados ao palco) e depois como humorista. Shemp Howard, irmão de Moe, entrou no espetáculo um pouco mais tarde, que consistia em Ted interpretando um sulista que contava piadas ao lado de assistentes atrapalhados.
Larry Fine era um cara que, quando criança, queimou o braço com ácido, na relojoaria do pai. A título de fisioterapia, ele começou a tocar violino e ficou bom nisso. Ted healy assistiu o cara tocando e o contratou, acrescentando Larry ao trabalho desenvolvido por Moe e Shemp. Ted Healy e Seus Patetas fizeram sua primeira aparição na tela na comédia "Uma noite em Veneza" (Soup to Nuts), em 1930. O filme não foi um sucesso com os críticos, mas a performance dos Patetas agradou e muito a Fox, que ofereceu ao trio um contrato, sim, um trio: sem Ted Healy.
Healy ficou ajojado e esperneou de todo jeito, com ação judicial, direitos autorais, etc, mas o melhor jeito de se aproximar do grupo foi na amizade e, em 1932, Healy conseguiu montar uma nova parceria com os seus ex-Patetas.
Mas Shemp já estava de saco cheio com Healy e decidiu largar o grupo, fazendo carreira solo em filmes de comédias produzidos no Brooklyn, Nova York. Depois que Shemp deitou o cabelo, Moe sugeriu a Healy que seu irmão mais novo, Jerome substituisse Shemp. Reza a lenda que o cara tinha cabelos fartos e ondulados e um belo bigode que Ted mandou que raspasse imediatamente para entrar para os Patetas.
Conhecido a partir desta depilagem como Curly, ele mergulhou com os Patetas nos shows de vaudeville e as comédias curtas da MGM. Quando acabou o contrato com a Metro, o grupo, agora conhecido como Os Três Patetas (The Three Stooges) assinou com a Columbia Pictures. Foram 190 curtas-metragens nos anos 30, 40 e 50, tornando-se recordistas na categoria.
Porém, o fato de Curly raspar a cabeça para atuar o levou a se sentir pouco atraente para as mulheres. Inseguro, começou a comer e beber até encher a cola. Durante as filmagens de Três Idiotas de Elite em 6 de maio de 1946, Curly sofreu um derrame cerebral e o filme foi terminado sem ele. Curly fez uma pequena aparição três curtas depois. Segurem o Leão! (1947), foi o único filme que continha todos os quatro Patetas originais: os três irmãos Howard e Larry. Moe pediu para que Shemp voltasse e substituísse Curly. Shemp, no entanto, estava hesitante em voltar a participar dos Três Patetas, pois já estava trilhando uma carreira solo bem sucedida, mas percebeu que Moe e Larry estariam com as carreiras acabadas, sem o grupo. Shemp queria algum tipo de garantia de que pudesse sair quando Curly estivesse recuperado, mas, infelizmente, Curly morreu em 18 de janeiro de 1952, aos 48 anos.
Três anos após a morte de Curly, Em 22 de novembro de 1955, Shemp saiu com seus amigos e foi ao Hollywood Legion Stadium ver uma luta de boxe. Após a luta, Shemp e seu amigo Al Winston pegaram um táxi para voltar para casa.
Shemp inclinou-se no banco do táxi, acendeu um charuto e caiu sobre Winston. Ele sofreu um ataque de coração fulminante e morreu aos 60 de idade. Para completar os quatro últimos curtas do contrato de Shemp, foram usadas algumas cenas antigas, combinadas com novas imagens do seu dublê, Joe Palma, filmado por trás ou com o rosto oculto.
Joe Besser substituiu Shemp em 1956, aparecendo em 16 curtas. Besser, que era pateta mas não era bobo, tinha uma cláusula no contrato proibindo que ele fosse atingido muito forte. Mas os Patetas acabaram sendo considerados apenas sombras do que já haviam sido. Moe e Larry estavam ficando mais velhos, já não podiam mais realizar cenas com quedas ou comédia física.
Daí, o inevitável aconteceu. O formato dos curtas-metragens tornou-se impraticável com o passar dos anos, em parte devido ao surgimento da televisão. A Columbia era o único estúdio que ainda fazia curtas, mas no fim de 1957, parou de fazer e dispensou o trio. No entanto, a mesma televisão que acabou com o grupo, em 1959 o lançou ao ar novamente. A Columbia, através de sua subsidiária Screen Gems liberou toda a filmografia dos Patetas para a TV, e o trio foi redescoberto pelos jovens. Logo uma enorme rede de fãs deu-lhes a chance de retomar suas carreiras. Moe e Larry discutiram vários planos para a nova turnê de filmes, mas a esposa de Besser teve um ataque cardíaco, e ele preferiu sair em carreira solo.
Joe DeRita foi convidado por Moe para se juntar ao trio, e ele rapidamente aceitou. Por causa de sua semelhança física com Curly e a pedido de Larry e Moe, DeRita foi renomeado como "Curly Joe" e se tornou o sexto e último Pateta em 1959. Fizeram uma popular série de filmes de longa metragem entre 1959-1965, com nove longas e uma série de 156 desenhos animados produzidos para a televisão.
O último projeto dos Três Patetas, Kook's Tour (1970), era um especial de uma hora feito para a televisão. Em 9 de janeiro de 1970, durante a produção do piloto, Larry Fine sofreu um derrame paralisante e não conseguiu completar o projeto, terminando sua carreira, bem como os planos para a série de televisão. 

Larry teve outro derrame em dezembro de 1974. No mês seguinte, sofreu um mais grave e entrou em coma. Morreu em 24 de janeiro de 1975, com 72 anos de idade. Mesmo devastado pela morte de seu amigo, Moe, decidiu que os Três Patetas iriam continuar. Ficou decidido que Emil Sitka substituiria Larry e diversas ideias de filmes foram consideradas. No entanto, Moe adoeceu por câncer de pulmão e morreu em 4 de maio de 1975, com 77 anos. É inconcebível a continuação do grupo sem um Howard. Durante toda a carreira dos Três Patetas, Moe foi o coração e a alma da trupe. O coração havia parado. O último pateta, DeRita morreu em Los Angeles em 3 de julho, 1993.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

- A história do Rock III

Bueno... Seguindo o cortejo....
A miscelânea de estilos, de ramificações na árvore do rock, dos anos 70 continuou de forma a se diversificar ainda mais na década de 80. A onda punk ainda estava lá, mas era uma outra geração. Quem usava camiseta, jeans e cabelos compridos era hippie velho e essa geração chegava cheia de melancolia, com uma rebeldia mais triste, sombria e solitária. As letras tinham um lirismo que representava muito bem o sentimento dos jovens da época. E neste ambiente meio pós punk, aparece, de Liverpool, o Echo and The Bunnymen - visivelmente influenciada por Beatles, The Velvet Underground e The Doors. Vem de Manchester, o Joy Division, com toda a tristeza do vocalista Ian Curtis, que acabou se enforcando aos 22 anos de idade. O resto da banda formaria o New Order. Surgiram as tribos Darks e Góticos, representados pelo Sister of Mercy, The Mission, The Cult e Bauhaus. Muita gente da Inglaterra, criando uma rebeldia melancólica.
Raul Seixas falava em uma de suas músicas: “Hey anos 80, charrete que perdeu o condutor... Hey anos 80, melancolia e promessas de amor”. Sim, além da melancolia surgia outra corrente mais divertida. Ao contrário dos góticos e darks, um pessoal queria fazer música para dançar. Era a New Wave chegando, com roupas coloridas, gel no cabelo e muita alegria, como o B’52 e o Talking Heads, de David Byrne. 
Com certeza, as três bandas mais famosas nos anos 80 foram The Cure, The Smiths e U2. A Cure tinha aquele visual dark, só usava roupa preta, batons escuros, maquiagem e cabelos arrepiados. Era a rapaziada liderada por Robert Smith. The Smiths apostava no lirismo das letras de Morrissey e nas guitarras de Jonnhy Marr. Os irlandeses da U2 desde o começo traziam uma preocupação política nas letras como em Sunday Blood Sunday. Na onda mais pop aparecem Madonna, Cindy Lauper, Michael Jackson e surge em Nova Iorque a primeira emissora de TV dedicada à música, impulsionando o rock, enchendo o rabo de jabá e popularizando os pops: era a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
O pessoal que curte surf acaba tendo mais o que ouvir, além de Beach Boys – apreciado desde 61. Na verdade, não existe algo chamado Surf Music como estilo, é mais o que o pessoal que surfa curte num determinado momento e, nos anos 80, aparecem de The Police, Men at Work, Australian Crawnl, Midnight Oil e Oingo Boingo. Loucuras como Nina Hagen e Falco eram comuns e, ao que tudo indica, a década de 80, por sua diversificada fauna, acabou tendo inúmeros grupos que, apesar do apelo comercial, não se desenvolveram.
Na Califórnia, os rapazes do Red Hot Chilli Pepers começam a estourar em 89, com um som pesado, às vezes misturado com hip hop - uma merda, mas tem gente que curte, e muito. Eram os anos 90 chegando e o grande movimento da década vinha de Seattle. Garotos que não estavam nem aí para o visual, vestiam jeans rasgado, camisas de flanela quadriculada e faziam um som alternativo, em pequenos clubes e bares da cidade. O que parecia um movimento underground isolado, em pouco tempo ganha o mundo com o Nirvana. O grunge explode e vira moda e atitude para milhões de adolescentes. O movimento ainda tinha Pearl Jam, Mudhoney, Soundgarten e Alice in Chains, todas de Seattle. Pronto, a geração de 90 já tinha o seu som garantido e também o seu ídolo: Kurt Cobain. O casamento com Courtney Love, para muitos, fazia lembrar a história de Sid Vicious and Nany Spungen. Amor, drogas, briga, drogas. Em pouco tempo o ídolo de milhões de jovens suicida-se aos 27 anos, com um tiro de espingarda. Morria Kurt e levava o grunge com ele.
A década de 90 também traz grupos bastante distintos, como o polêmico Oasis, dos irmãos Galangher, o Blur, de Dalman Albarn, o cultuado Radiohead, de Tom York, o Pulp, de Jarvis Cocker, e o Suede. Dando uma volta aos anos 60 aparecem bandas que fazem um sonzinho fofo, alegre, adolescente, como os escoceses do Belle and Sebastian, e a vertente que engloba o pop rock açucarado do Travis, Coldplay e Starsailor. Enquanto isso, os americanos Strokes e White Stripes e os suecos The Hives conservam o vigor do bom e velho rock in roll.
Apesar de existir desde 85, o Guns N' Roses estoura mesmo é na década de 90. Quem não conhece "Welcome to the Jungle", "Paradise City", "Don't Cry", "Sweet Child O' Mine", "Patience", "November Rain" que alcançaram o top 10 da Billboard? E o século virou... Para mim, o bom e velho rock´n roll continua sendo bom e velho. Estamos em 2023 e as décadas passadas deste milênio não deixaram muita coisa. Falar o que? Eu continuo ouvindo rock antigo...
Bom, era isso. Não sou nenhum historiador. Tentei contar o que eu podia. Um último detalhe: Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof (o cara que fez o filme The Wall, o grande clipe do Pink Floyd) organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (EUA), com o objetivo de matar a fome na Etiópia. Estavam lá The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton e Black Sabbath. A BBC transmitiu ao vivo para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria na África. Vinte anos depois, em 2005, o mesmo Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com vários shows em mais países, pressionando os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo. Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

- A história do Rock II


Continuando o papo sobre rock, antes da virada de 60 pra 70 acontece o inesquecível festival de Woodstock, entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969. Aconteceu num um grande campo aberto em White Lake, New York e cerca de 500 mil pessoas viveram três dias de “paz e música”, embaladas pelo som dos maiores artistas de rock da época - se bem que foi um festival essencialmente hippie, porque a época política daqueles anos era propícia a isso. O ingresso para um dia de Woodstock custava 7 dólares, mas a maioria do público quebrou as cercas e entrou sem pagar nada. Joan Baez, Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Who, Grateful Dead, Joe Cocker, Jefferson Airplane, Iron Butterfly, Creedence Clearwater, entre outros, se apresentaram a uma multidão que aguardava o sonho hippie ser concretizado.
Mas a finaleira da década ia detonar o sonho. A mulher do Roman Polanski, a atriz Sharon Tate e mais o casal Labianca são mortos por hippies fanáticos, seguidores do abobado Charles Manson, que misturava Bíblia com Beatles. Isso fez a imprensa – o maior poder do mundo – acabar com o movimento utópico.  Também acontece a morte do o ex-guitarrista do Rolling Stones, Brian Jones e tem ainda a desgraça do Festival de Altamont. Nele, 300 mil pessoas se esgualeparam com a falta de organização do festival, programado de última hora. Muita sujeira, drogas, doenças e quatro mortes foram os resultados de Altamont. Tem um documentário dos Stones, Gimme Shelter, que mostra a cena de um negrão que puxou um revólver e foi esfaqueado por membros do “Hell Angels” – que eram os seguranças improvisados do evento. Enquanto Manson queimava o filme dos Beatles, Altamont queimava o dos Stones, mostrando que a música podia ser perigosa e violenta quando o público é imaturo, destrutivo e idiota. É assim que chegam os anos 70. Morre Janis, Hendrix, e morre o poeta Morrison. Os Beatles deixam de existir. “É brabo, mas é queijo” – dizia uma velhinha sem dente comendo sabão... Continuando...
As inovações tecnológicas e a música erudita acabaram criando um estilo novo no rock: o Progressivo. Muitos músicos se utilizavam da influência de compositores como Bach ou Mozart para criar canções, como Rick Wakeman, do Yes, que tinha formação em música clássica. Alan Parsons Project, Moody Blues, King Crimson, Genesis, Jethro Tull, tudo isso era progressivo. Mas da junção do nome de dois bluesmen americanos, Pink Anderson e Floyd Council, surgiu na Inglaterra o grupo que se transformou em um ícone para o rock como forma de arte: o Pink Floyd.  No começo, o Pink Floyd tinha como letrista e guitarrista um louco, Syd Barret, que logo foi afastado por causa das drogas – uma pena, mas isso acontece todo dia em qualquer setor. 
Muita coisa acontecia de forma paralela, diferente de outras décadas em que havia uma linha concisa e bem estabelecida no que se criava. Em contrapartida ao rock progressivo, apareceu uma linha em que a energia de tocar era mais importante que a harmonia. A atitude importava, o resto era detalhe, para o pessoal dos Stoogues, de Iggy Pop. Ali estava nascendo o Punk. Iggy Pop era o anti-herói do rock: franzino e mal-encarado. Xingava a platéia e se lanhava todo no palco, se cortando e ficando coberto de sangue. Na Inglaterra, Malcom Maclaren, dono de uma loja de roupas que mais parecia um sex shop, forma a banda que seria um dos maiores fenômenos da história do rock: os Sex Pistols. Estava criada a base do movimento punk: camisetas rasgadas, alfinetes de segurança, cabelos coloridos, arrepiados ou ao estilo índio moicano eram a moda dos rebeldes londrinos. Os shows dos Pistols eram uma loucura, assim como as performances do vocalista Jonnhy Rotten (Joãozinho Podre, por causa dos dentes estragados) e do baixista Sid Vicious, que morreu de overdose, em Nova Iorque, aos 21 anos, acusado de assassinar a namorada Nancy Spungen. 
Bah, um monte de coisas acontecendo e tudo isso é rock n´roll! Outra vertente foi o chamado heavy metal. Aqui, roupas de couro pretas, cheias de tachinhas, cabelos compridos e guitarristas metidos a deuses balaqueiros. Foi daí que surgiram o Black Sabbath, de Ozzy Osbourne, Judas Priest, Scorpions, Kiss, Alice Cooper, AC/DC e muitos outros. O AC/DC sempre bateu na tecla que o som deles é simplesmente rock, diferente do som pesado dos outros. O Led Zeppelin também trafegava nessa praia, com um pouco mais de poesia, o que traria uma das melhores parcerias do rock: Robert Plant e Jimmy Page.
De outro lado, surgia um rock glamuroso (glam rock) em que a androginia era parte do visual, que carregava na maquiagem e nas roupas espalhafatosas de plumas e lamês. Assim, aparece o camaleão do rock: David Bowie, que, em 72, lançava o personagem Ziggy Stardust e virava uma lenda da música pop. Dessa leva também vem o excêntrico Roxy Music, de Brian Ferry e Brian Eno; o T-Rex, de Marc Bolan, e os alucinados rapazes do New York Dolls, que se vestiam de mulher e tocavam como loucos. Fizeram a fama, com outros artistas (Patti Smith, Television, Richard Hell), do santuário do punk de Nova Iorque: O CBGB. Dali, também, saiu a turma dos Ramones, que pode ser considerada a primeira banda realmente punk da história e fazia um som pesado e rápido, na base dos três acordes.
Nesta época, com certeza a mais criativa do rock, também apareceram bandas como Queen e Iron Maiden, que pulavam um pouco aqui e outro pouco ali, perambulando entre os estilos e criando um estilo próprio. Da Alemanha, vem um som mais conceitual, uma mistura de música erudita com efeitos eletrônicos, experimentações. Era o Kraftwerk, que pode ser considerado o precursor da música eletrônica, juntamente com o Can e o Neu. Eles estavam preparando o caminho para a nova década que estava chegando....
... E o novo texto que eu já vou escrever....